sábado, 31 de agosto de 2013

Cheleiros I


Nikon D90


Cheleiros


Cheleiros é uma bonita freguesia pertencente ao concelho de Mafra, na grande região de Lisboa, na fronteira com o concelho de Sintra, situada num local pleno de beleza e paz de espírito.

Região de férteis solos, clima agradável, geografia pouco acidentada e diversos cursos de água, denota ocupação humana desde tempos pré-históricos, encontrando-se também diversos vestígios de ocupação Romana.

O topónimo “Cheleiros” deriva do nome da Ribeira que atravessa esta freguesia, que tem foral desde 1195, concedido pelo rei D. Dinis.

Nesta freguesia nasceu o padre António José, que se pensa ter tido forte influência junto ao rei D. João V para a construção da sua majestosa obra, o Palácio Convento de Mafra.

Cheleiros orgulha-se do seu interessante Património, com destaque para a bonita Igreja Matriz de traçado Manuelino, para a antiga ponte de Pedra, a Capela do Espírito Santo ou o que resta do antigo Pelourinho.

A freguesia enche-se de tradição e devoção a 15 de Agosto, aquando dos festejos da Padroeira Nossa Senhora da Assunção do Rocamador, reunindo muitos visitantes e locais.

Fonte: GuiadaCidade

Carnaval em Lisboa IX


Nikon D5000

Navegando No Tejo CXL

Nikon D90

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Carnaval em Lisboa VI

Nikon D5000

Navegando No Tejo CXXXVII

Nikon D90

Penedo de Lexim XII

Nikon D5000




Penedo do Lexim
É conhecido como sendo um dos pontos-chave para a compreensão do Neolítico e da Idade do Cobre na Península Ibérica. Utilizado durante o Neolítico final, Calcolítico e Idade do Bronze, épocas das quais restam artefactos diversificados.
No Penedo do Lexim observam-se os restos de uma chaminé vulcânica, o magma que a formou sofreu arrefecimento lento e gerou minerais bem desenvolvidos e arranjados em forma de colunas prismáticas.
O magma sofreu arrefecimento lento e gerou minerais bem desenvolvidos (basalto holocristalino) e arranjados em forma de colunas prismáticas. O basalto alcalino das colunas prismáticas é constituído por cristais de olivina, piroxenas e feldspatos sob a forma de minerais desenvolvidos, visíveis a olho nú, isto é, apresenta uma textura porfíritica.
Este local, com origem no complexo vulcânico da região de Lisboa, foi, em tempos, uma pedreira onde se realizava extracção de basalto. Hoje em dia, é considerado património geológico.
Existem também basaltos com deposição de argila. E solo constituído por minerais ferromagnesianos e portanto bastante rico para a agricultura.
Do topo do penedo observa-se uma agradável paisagem natural.
Fonte: GeoHistóriaLx


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Penedo de Lexim IV

Nikon D90




Penedo do Lexim
É conhecido como sendo um dos pontos-chave para a compreensão do Neolítico e da Idade do Cobre na Península Ibérica. Utilizado durante o Neolítico final, Calcolítico e Idade do Bronze, épocas das quais restam artefactos diversificados.
No Penedo do Lexim observam-se os restos de uma chaminé vulcânica, o magma que a formou sofreu arrefecimento lento e gerou minerais bem desenvolvidos e arranjados em forma de colunas prismáticas.
O magma sofreu arrefecimento lento e gerou minerais bem desenvolvidos (basalto holocristalino) e arranjados em forma de colunas prismáticas. O basalto alcalino das colunas prismáticas é constituído por cristais de olivina, piroxenas e feldspatos sob a forma de minerais desenvolvidos, visíveis a olho nú, isto é, apresenta uma textura porfíritica.
Este local, com origem no complexo vulcânico da região de Lisboa, foi, em tempos, uma pedreira onde se realizava extracção de basalto. Hoje em dia, é considerado património geológico.
Existem também basaltos com deposição de argila. E solo constituído por minerais ferromagnesianos e portanto bastante rico para a agricultura.
Do topo do penedo observa-se uma agradável paisagem natural.
Fonte: GeoHistóriaLx

Navegando No Tejo CXXIX

Nikon D90

Aldeia da Mata Pequena II

Nikon D5000




Aldeia da Mata Pequena
A Aldeia da Mata Pequena é um pequeno povoado rural, composto por uma dezena de habitações, situado a escassos 30 minutos da cidade de Lisboa. A presença humana na Mata Pequena remonta ao periodo da ocupação romana, como atestam os vestígios aí encontrados. Contudo, dos 70 habitantes que viviam na aldeia no século XIX, já só restam uma dezena e meia que teimam em manter vivos os usos e costumes de outrora. Trata-se de um lugar enquadrado na denominada Zona de Protecção Especial do Penedo do Lexim onde se ergue um vulcão já extinto que acolhe uma importante estação arqueológica. A Aldeia aluga as suas pitorescas casas para Turismo Rural. O vôo dominante da Águia Imperial e o esgueirar furtivo da raposa, contracenam com uma paisagem natural extremamente rica e preservada, convidando ao descanso, ao lazer e ao contacto com a natureza.

Fonte: Guiada Cidade


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Aldeia da Mata Pequena I

Nikon D5000



Aldeia da Mata Pequena

A Aldeia da Mata Pequena é um pequeno povoado rural, composto por uma dezena de habitações, situado a escassos 30 minutos da cidade de Lisboa. A presença humana na Mata Pequena remonta ao periodo da ocupação romana, como atestam os vestígios aí encontrados. Contudo, dos 70 habitantes que viviam na aldeia no século XIX, já só restam uma dezena e meia que teimam em manter vivos os usos e costumes de outrora. Trata-se de um lugar enquadrado na denominada Zona de Protecção Especial do Penedo do Lexim onde se ergue um vulcão já extinto que acolhe uma importante estação arqueológica. A Aldeia aluga as suas pitorescas casas para Turismo Rural. O vôo dominante da Águia Imperial e o esgueirar furtivo da raposa, contracenam com uma paisagem natural extremamente rica e preservada, convidando ao descanso, ao lazer e ao contacto com a natureza.

Fonte: GuiadaCidade

Penedo de Lexim III

Nikon D90





Penedo do Lexim
É conhecido como sendo um dos pontos-chave para a compreensão do Neolítico e da Idade do Cobre na Península Ibérica. Utilizado durante o Neolítico final, Calcolítico e Idade do Bronze, épocas das quais restam artefactos diversificados.
No Penedo do Lexim observam-se os restos de uma chaminé vulcânica, o magma que a formou sofreu arrefecimento lento e gerou minerais bem desenvolvidos e arranjados em forma de colunas prismáticas.
O magma sofreu arrefecimento lento e gerou minerais bem desenvolvidos (basalto holocristalino) e arranjados em forma de colunas prismáticas. O basalto alcalino das colunas prismáticas é constituído por cristais de olivina, piroxenas e feldspatos sob a forma de minerais desenvolvidos, visíveis a olho nú, isto é, apresenta uma textura porfíritica.
Este local, com origem no complexo vulcânico da região de Lisboa, foi, em tempos, uma pedreira onde se realizava extracção de basalto. Hoje em dia, é considerado património geológico.
Existem também basaltos com deposição de argila. E solo constituído por minerais ferromagnesianos e portanto bastante rico para a agricultura.