quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Para Recordar CCCXXIV
Em vários sítios deste País realizam-se encontros de fotografia que juntam fotógrafos que militam em vários sites. Alguns encontros são organizados por um grupo outros mais simples são feitos através de alguém que lança a ideia. Esta série tem por fim recordar os bons momentos e convívio que se passam. Peço desculpa de não mencionar nomes, mas alguns eu sei outros não me lembro e assim optei por não identificar ninguém para não magoar. Desta vez recorda-se um encontro realizado em 31.05.2009 na Golegã
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Para Recordar CCCXXIII
Em vários sítios deste País realizam-se encontros de fotografia que juntam fotógrafos que militam em vários sites. Alguns encontros são organizados por um grupo outros mais simples são feitos através de alguém que lança a ideia. Esta série tem por fim recordar os bons momentos e convívio que se passam. Peço desculpa de não mencionar nomes, mas alguns eu sei outros não me lembro e assim optei por não identificar ninguém para não magoar. Desta vez recorda-se um encontro realizado em 31.05.2009 na Golegã
domingo, 11 de dezembro de 2011
Golegã II
Entre 1871 e 1875, o Chalet, como é conhecido na Golegã, foi edificado por iniciativa do abastado lavrador Carlos Relvas. A Casa-Estúdio apresenta características únicas a nível mundial, como singular é o facto de ter sido construída de raiz, como monumento aos precursores da fotografia e com o objectivo exclusivo de acolher um laboratório e estúdio dedicados especificamente ao desenvolvimento de uma arte
e que propiciaram a Relvas um local de excelência para a revelação dos seus negativos e ensaio dos novos métodos daquela disciplina simultaneamente científica e tecnológica. No meio de um jardim romântico, com algumas interessantes espécies arbóreas e arbustivas, a Casa-Estúdio é um monumento expressivo da arquitectura do ferro (33 toneladas!) e do revivalismo de estilos, como o gótico e o mourisco, que marcaram a época, como é evidenciado pelo preciosismo decorativo e simbólico, emprestado à construção. O conjunto parece ter sido inspirado no modelo de um templo cristão. A fachada principal virada a poente, ladeada de dois “baptistérios”, ostenta um pórtico decorado com um baixo relevo representando um cavalo marinho, tendo por cima um janelão-varanda rodeado pelos bustos de Niépce e Daguerre, encimado por um interessante óculo-rosácea, onde se juntam as alas laterais que exaltam anjos segurando câmaras fotográficas. Na nave superior, de cobertura e paredes envidraçadas, entre ferros trabalhados de forma exímia, encontra-se o esplendoroso Estúdio onde a entrada de luz natural se regula através de panos brancos controladas por mecanismos de fios e roldanas. Nesta galeria, diante de mecanismos e acessórios fotográficos do séc. XIX, tendo como cenário telões pintados de paisagens virtuais, posaram reis e outras figuras ilustres, assim como rurais e mendigos, cujas imagens registadas por Relvas, de grande valor estético, social e etnográfico, mereceram grandes prémios internacionais e nos permitem hoje conhecer melhor a vida quotidiana das comunidades portuguesa e europeia, assim como as suas paisagens naturais, os animais, os monumentos e objectos artísticos.
A figura e a obra de Carlos Relvas são indissociáveis da história da Golegã, localidade onde veio a nascer, em 1838. Inserida na lezíria ribatejana, no coração de Portugal, a Golegã remonta aos princípios da nacionalidade, estabelecendo-se os primórdios do seu desenvolvimento na Idade Média.
Fonte: http://www.cm-golega.pt/NR/rdonlyres/AEEEE4D3-750E-4311-BE5C-F05B10ED893D/0/desdobravel.pdf
sábado, 10 de dezembro de 2011
Golegã I
Nikon D90
A vila bem Ribatejana da Golegã, sede de município, situa-se na lezíria atravessada pelos Rios Tejo e Almonda, numa área privilegiada pela natureza.
Diversos estudos denotam a presença humana nesta região desde tempos impensáveis, devido às facilidades de comunicação, aos seus solos férteis e às comodidades naturais, para abrigos e locomoção.
Mas falar da Golegã é falar de cavalos e da grande Feira Nacional a eles dedicada, com origens que remontam ao século XVI. Anualmente, pelo dia 11 de Novembro, dia de São Martinho, acontece a Feira Nacional do Cavalo, com milhares de entusiastas equestres e muitos criadores para apreciar os melhores exemplares de cavalos de Portugal.
A Golegã possui igualmente um rico património histórico, social, patrimonial e artístico, sendo uma vila tradicional, orgulhosa do seu legado Ribatejano. De destacar é a sua bonita Igreja Matriz, séculos XV e XVI, com um magnífico portal manuelino ou a Igreja de Nossa Senhora dos Anjos e a Capela de Santo António. Zona de importante tradição senhorial, e de criação de cavalos, possui bonitas e históricas Quintas, como a da Cardiga, dignas de registo. Igualmente interessante é a Casa-Estúdio Carlos Relvas ou o Museu de Pintura e Escultura Martins Correia, com uma rica colecção de arte moderna.
Bem perto situa-se a Reserva Natural do Paúl do Boquilobo, compreendendo 529 hectares, que alberga a maior colónia de garças da Península Ibérica.
Para Recordar CCCXXII
Em vários sítios deste País realizam-se encontros de fotografia que juntam fotógrafos que militam em vários sites. Alguns encontros são organizados por um grupo outros mais simples são feitos através de alguém que lança a ideia. Esta série tem por fim recordar os bons momentos e convívio que se passam. Peço desculpa de não mencionar nomes, mas alguns eu sei outros não me lembro e assim optei por não identificar ninguém para não magoar. Desta vez recorda-se um encontro realizado em 31.05.2009 na Golegã
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Para Recordar CCCXXI
Em vários sítios deste País realizam-se encontros de fotografia que juntam fotógrafos que militam em vários sites. Alguns encontros são organizados por um grupo outros mais simples são feitos através de alguém que lança a ideia. Esta série tem por fim recordar os bons momentos e convívio que se passam. Peço desculpa de não mencionar nomes, mas alguns eu sei outros não me lembro e assim optei por não identificar ninguém para não magoar. Desta vez recorda-se um encontro realizado em 31.05.2009 na Golegã
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Para Recordar CCCXX
Em vários sítios deste País realizam-se encontros de fotografia que juntam fotógrafos que militam em vários sites. Alguns encontros são organizados por um grupo outros mais simples são feitos através de alguém que lança a ideia. Esta série tem por fim recordar os bons momentos e convívio que se passam. Peço desculpa de não mencionar nomes, mas alguns eu sei outros não me lembro e assim optei por não identificar ninguém para não magoar. Desta vez recorda-se um encontro realizado em 31.05.2009 na Golegã